Cabalah 8 de junho de 2018 – Publicado em: Artigos

Literalmente Cabalah significa aprender a receber.

Esse conceito nos transmite a idéia de que necessitamos estar plenos, satisfeitos, preenchidos para poder de fato compartilhar.

Primariamente o ser humano necessita de alimento espiritual e de amor. Sem esses alimentos estruturais fica apenas o vazio que normalmente é preenchido por comidas ou por polimento para o ego.

A Cabalah é um instrumento que nos orienta a encontrar o caminho da verdadeira nutrição através da lapidação de nossas próprias qualidades, do fortalecimento de nossas vulnerabilidades e do nosso encontro com a verdadeira Fé.

Os conhecimentos milenares da Cabalah estão em nosso mundo antes mesmo dos hebreus, quando a língua original era anterior ao aramaico.

Já naquela época se falava em pureza, integridade, simplicidade, humildade, qualidades que foram lembradas por Jesus, mas ainda nos dias de hoje são muito pouco utilizadas e não são colocadas em prática.

Muito pelo contrário, vivemos um momento de grande desrespeito aos princípios divinos do Pai e aos atributos doados tão generosamente pela Mãe.

Dentro dos conhecimentos originais cabalísticos estão verdadeiros tesouros que nos elucidam inclusive em relação à arte das curas holísticas.

Cabalah não é religião, apenas filosofia de vida a qual nos fornece orientações repletas de conteúdos práticos e efetivos.

Quando nós entramos em contato com esses conhecimentos, antes de entender com o raciocínio mental, devemos compreender com o coração para que possamos colocar em prática, sem resistências, sem disfarces, sem dissimulações.

Quando se está integral, coerente nas suas ações com tudo aquilo que se acredita, nós semeamos a Verdade, muitas vezes sem precisar dizer uma palavra, simplesmente pelo fato de Ser…

Essa ressonância existe naturalmente, por isso o mais importante é sempre procurar o nosso equilíbrio antes mesmo de pensar em equilibrar os ambientes nos quais vivemos ou querer mudar as pessoas que nos cercam.

« Cabalah filosófica e a cabalah mística.
Energético não é estimulante; depressão não é tristeza. »